quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A Festa continua...


Notícia no dia seguinte...

No dia 21 de outubro 2014, festa de Santo Antônio Gianelli e Dia da Família Gianellina, na Casa Geral das Filhas de Maria Santíssima do Horto, em Roma,
18 pessoas, de Minturno e Roma, 
fizeram a Promessa de viver a vida laical 
segundo o Evangelho, com a espiritualidade proposta por Gianelli.

Eis um trecho da mensagem da Irmã Terezinha Maria Petry (Superiora geral), nessa Celebração:
“Gosto de recordar com vocês as palavras que as nossas Irmãs, precisamente há 63 anos (21/10/1951 – Canonização de Gianelli), escreveram na escultura comemorativa, no primeiro pátio da Casa geral:
“Do centro do teu Instituto, abençoa, ó Pai, as tuas Filhas de perto e de longe e todas as suas obras por ti inspiradas, para que vivam, cresçam e floresçam para o triunfo de Cristo”.
Certamente a bênção impetrada, no evento da canonização, 21 de outubro de 2014, festa de Santo Antônio Maria Gianelli, no 6º Dia anual da Família Gianellina, adquiriu um significado novo e mais amplo:
 Abençoa, ó Pai, a Família Gianellina, 
para que viva, cresça e floresça para a glória da Trindade!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Festa Gianellina!

21 de outubro, 
memória da canonização 
de Santo Antônio Gianelli, 
FESTA da SANTIDADE 
de um pastor conforme 
o coração de Deus!




Na Igreja, Antônio Gianelli santificou-se fazendo sempre o bem, indo aonde outros não podiam ir, movido pelo zelo apostólico e pela caridade evangélica vigilante!
Falar sobre um santo apenas parece redutivo, já que nossas casas e cidades, ambientes de trabalho e locais de culto estão povoados de santos e santas, pessoas e grupos que vivem a SANTIDADE do/no cotidiano. Ao falar do nosso santo, Antônio Gianelli, queremos festejar a SANTIDADE e dar graças ao Deus que é Santo!
Gianelli, lembrado como “santo de ferro” e “santo de fogo”, “pai dos pobres” e “missionário incansável”, pode ser festejado hoje também como “santo conectado” e “santo das redes sociais”.  
Graças à sua contínua conexão com Deus e com o Evangelho de Jesus, foi capaz de agir bem em favor do seu povo, articulando e apoiando redes de solidariedade e educação, convivência e compaixão.
Como ser humano conectado com a realidade do seu tempo, pensou numa rede social que continuasse viva e com muitos seguidores, curtindo e compartilhando a missão através dos tempos: o Instituto das Filhas de Maria, hoje ampliado numa grande FAMILIA GIANELLINA.
Na seriedade de opções e ações, Gianelli viveu “a Alegria do Evangelho”, fazendo de cada espaço de missão a sua pátria. É um incentivo para assimilarmos a Exortação Apostólica do Papa Francisco Evangelii Gaudium, que trata de assuntos transversais na história da humanidade, vislumbrados pelo nosso Santo.Fazendo o bem, com espírito e práticas de Caridade evangélica vigilante, viveu o amor pátrio. É uma inspiração no momento político que vivemos no Brasil, como espaço de cidadania.


Antônio Gianelli, 
um cidadão do seu tempo, 
um santo missionário 
para todos os tempos, 
sem alarde, uma chama que arde!


Na aurora deste dia 21 de outubro, terminei de rabiscar estas linhas no ônibus, em movimento, pondo-me em comunhão com tantas pessoas que rezam e cantam, meditam e festejam a SANTIDADE, no 63º aniversário da canonização de Santo Antônio Gianelli.
Antes de clarear o dia, vi-me numa “procissão de ônibus”, em companhia de tantas outras pessoas dirigindo-se para o trabalho, estudo e outras atividades, na “romaria do cotidiano”... Imaginando velas acesas nas comunidades gianellinas, nas múltiplas celebrações da festa de hoje, prestei atenção à luz vermelha-amarela-verde dos semáforos da cidade... Pensando nas orações, músicas e cantos de festa que se elevam a Deus hoje, fiquei atenta ao barulho dos motores e à conversa do povo em movimento... Foi um jeito diferente de começar o dia de Gianelli 2014. Gostei e me senti em festa.

A vocês, “Filhas de Maria” e aos outros membros da Família Gianellina,
desejo Boa Festa e abençoado caminho de SANTIDADE,
nas trilhas de Santo Antônio Gianelli!

Neiva Moresco, fmh


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Rede Gianelli em oração e ação!

A Família Gianellina está na Novena em preparação à Festa de Santo Antônio Gianelli, fundador do Instituto das Filhas de Maria Santíssima do Horto, conhecidas também por "Irmãs do Horto" e "Gianellinas".
Estamos numa rede de oração, reflexão e ação!
A Espiritualidade Gianellina se fortalece e aprofunda nos corações, mas se expressa nas casas e na rua, nos ambientes de convívio e na imprensa, nas rodas de amizade e nos espaços de trabalho.



A Caridade Evangélica Vigilante 
é uma ideia adicionada ao cotidiano, 
uma ideia que se irradia!

Na Escola Nossa Senhora do Horto, em Uruguaiana/RS - Brasil, tem gente abraçando a causa da evangelização à moda gianellina, irradiando essa ideia na Imprensa local e em Revista que ultrapassa as fronteiras da cidade...
A Novena de orações e meditação da Palavra de Deus dá frutos de cidadania e profecia... cria um novo olhar diante do mundo, da vida, das pessoas: um olhar que ultrapassa a própria família, a própria escola e alcança outras famílias e outras instituições educativas; um olhar que combina com o Evangelho de Jesus!

Veja um pouco disso nos textos que seguem: 

Um olhar Gianellino...
  
“Fora do impossível, é preciso fazer tudo.”  (Gianelli)

O ano era 1789. A Europa vivia um conturbado cenário econômico e político, além de uma efervescência cultural e social. Tempo de profundas crises, marcadas, sobretudo, pelo abismo que separava as diferentes classes sociais. O contraste entre a miséria, a fome e o desamparo de um lado e a opulência de outro. As populações mais empobrecidas sofriam toda sorte de abandono. Surge, a partir desta realidade, um modelo de pensar, de se posicionar e de agir. E nesse contexto, em 12 de abril nascia no vilarejo de Cerreta, na Itália, Antônio Gianelli. 
No espaçotempo atual, o Santo Padre Francisco, ao publicar a exortação apostólica “Evangelli Gaudium”, dirigindo-se ao episcopado, ao clero, às pessoas consagradas e aos fiéis leigos, anuncia que o grande risco do mundo atual, com sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus, já não se goza da doce alegria do seu amor, nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. Muitos caem nele, transformando-se em pessoas ressentidas, queixosas, sem vida. Esta não é a escolha duma vida digna e plena, este não é o desígnio que Deus tem para nós, esta não é a vida no Espírito que jorra do coração de Cristo ressuscitado.
            Surge, neste sentido, um continuum na proposta de reflexão, mesmo em tempos cronológicos distintos, cujo objetivo é o de responder a esta necessidade e, portanto, ajudar os fiéis católicos gianellinos a conhecer melhor sua fé, para melhor celebrá-la e testemunhá-la.          
            A partir do eixo norteador dos Princípios Fundamentais Gianellinos - “A necessidade de prover surgiu com a caridade evangélica vigilante, fazia um caminho de santidade em companhia de Maria”, questiona-se: No que creio? Quais são os fundamentos da minha fé? Como vivo minha fé? Quanto mais a conhecermos, tanto mais por ela nos encantaremos com o desejo sempre mais profundo de vivê-la. A partir da leitura da Sagrada Escritura, por meio da oração, por meio da participação ativa e consciente na comunidade eclesial como lugar privilegiado não somente da celebração da fé, mas também do seu aprofundamento, maturação e manifestação.
            Assim, como no “chamado” que ocorreu para as Filhas de Maria Santíssima do Horto, em 12 de janeiro de 1829, convidamos a todas as famílias, em nossos trabalhos, em nosso convívio social, para a busca de compreensão sempre mais plena de que somos discípulos-missionários de Jesus Cristo, chamados a testemunhá-lo no que somos e fazemos.
            A partir da intercessão de Santo Antônio Gianelli e de Nossa Senhora do Horto possamos torna-lo um companheiro constante da nossa vida, ajudando-nos a crescer na fé para melhor celebrá-la e testemunhá-la, convidando a assumir o desafio a continuar essa obra no horizonte em direção ao BEM.
         E, como Gianellino, percebo a nitidez da Caridade Evangélica Vigilante no dia-a-dia, não como utopia conceitual, mas que realmente a práxis acontece. O Espírito de Família é diário, na acolhida, no afago, no trato em que todos, independentemente da pessoa, é nítido no olhar.
Como é bom estar num ambiente que possamos chamar de “casa”, e contar com todos como se fossem familiares consanguíneos. Mas realmente, o que nos une como uma Familia Gianellina é também o Espirito de Partilha que, nos dias de hoje, é um bem precioso e caro.
Enfim, reafirmo a satisfação de pertencer a esta obra e acreditar que, a partir desta, podemos contribuir, sem medo, a enfrentar os desafios do século XXI.
Saudações Gianellinas,

Prof. Hermann Taborda Larruscaim
Diretor da Escola Nossa Senhora do Horto – Uruguaiana RS
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Um olhar que combina Escola e Família nos desafios de educar

                                  “_ De novo guri, estou recebendo um bilhete, me chamando na escola! O que tu aprontaste agora? Não tenho tempo para ouvir queixas...”

A obra “História Social da Infância e da Família” de Philippe Ariés discute o reconhecimento da infância registrado no séc. XVI, em diferentes formas artísticas, entre elas, no trabalho dos grandes pintores da época, servindo de reflexão ao autor para construir o conceito de infância. Este estudo é marco epistemológico sobre a infância e a sua posição no âmbito famíliar e social. Hoje, mais do que nunca, sabemos que educar a criança e a adolescência é investimento de cidadania, fundamental a qualquer país que queira avançar em educação.
Se queremos educar para um mundo mais justo e pacífico, temos que construir uma escola de melhor qualidade, visto que ela é a instituição que está encarregada de construir, junto com a família, a formação integral do aluno. Logo, a lógica educativa deve ser: E(escola)+ F( família) = Criança educada. A  expressão é um desafio. Sem dúvida, é inquestionável a assertiva, pois a criança necessita ser amparada e protegida pelos seus mediadores humanos, sociais e culturais, dentro de seu contexto  ambiental.
Estamos vivendo o mundo da globalização, dentro de espaços avançados em comunicação, ciência e tecnologia; entretanto, isto não garante a desejada e adequada formação da infância. Portanto, é preciso deixar de lado o estigma de que a família só precisa estar na escola quando “o guri sai da linha” e a escola só precisa da autoridade familiar quando quer ajudar a recompor os desajustes dos educandos.
“A voz de experiência da escola, bem ouvida pode ser bastante útil num momento em que a família está totalmente perdida sobre a maneira como deve proceder com o filho”, segundo Içami Tiba, e deve ser considerada, pois ambas devem falar a mesma linguagem e apresentar valores semelhantes.
Adequada e necessária constitui-se a parceria educativa Escola e Família. Nossos alunos precisam de exemplos vivos e autênticos de pai, mãe, professores, e ambientes que proporcionem  papéis de integridade, atenção, respeito, solidariedade, cooperação, ou seja, de   integração entre essas instituições. Eles precisam se espelhar nas ações, nos exemplos, nos valores testemunhados, para que percebam que todos compreendem essa comunidade viva do cuidado, que constitui uma verdadeira simbiose, na busca dos mesmos objetivos.
Assim, pensando numa parceria que tem dado certo, quero partilhar algumas experiências, que se evidenciaram no mês de outubro, na minha escola do Horto – Uruguaiana (RS), e que representou atividades singelas da presença da Família na Escola. O primeiro, por ocasião da Semana da Criança, quando pais do CPM distribuíram lanche a todas as crianças do turno da tarde, de forma gentil e pacienciosa. Também chamou a atenção a linda apresentação artística preparada com esmero pelos Pais da Educação Infantil para seus filhos. Uma experiência interessante foi assistir a este momento em que presenciamos a vibração dos pequeninos ao verem seus pais “heróis” no palco, brincando-dançando, surpreendendo-os carinhosamente.  Outro aspecto relevante foi a homenagem que o CPM prestou aos educadores da Escola, pelo Dia do professor, ao oferecer-lhes uma mesa de café e iguarias nos dois turnos, momentos que congregaram a equipe gestora, os funcionários administrativos, docentes e família. Tais eventos, ainda que simples, representam um significativo exemplo de entrosamento da Família, e  refere-se ao projeto que a Escola desenvolve com a participação dos Pais e comunidade escolar - “Irradie o BEM: adicione esta ideia”.
Precisamos mudar no Brasil essa relação, conferindo-lhe caracteres de parceria, para o desenvolvimento de práticas permanentes, não só nas efemérides comemorativas, mas no desenrolar do ano letivo.
É preciso compreender que a escola sozinha não educa. Somente educará através de projeto que comprometer a totalidade da estrutura social, que se evidencia pelo que  testemunhamos  em termos de valor ao estudo, à leitura, aos procedimentos éticos, ecológicos e estéticos, os quais serviram e servem a crianças e jovens. Muitas vezes, os governos e escolas distribuem, por exemplo, “tablets”, para qualificar o desenvolvimento do aluno. É uma boa instrumentalização, mas, por outro lado, ignoram as necessárias atitudes de afeto, disciplina, cuidado, no atendimento às diferenças e singularidades. Esquece-se o mundo adulto que nossos alunos são pessoas, com estruturas psíquicas, cognitivas e afetivas em formação e que, realmente, precisam de sinalizadores de ações mais pacíficas, mais integradoras, prospectivas, daqueles que os envolvem e educam.
         A escola necessita, sim, da Família, e esta também necessita da Escola. É parceria na construção do cidadão que queremos formar. Por isso, a Escola do Horto tem investido na presença viva dos Pais, como  um BEM e expressão do amor à VIDA,  a serem inculcados no ser humano que pretendemos formar.

Maria da Graça Queiroz Bermudez

Supervisão Pedagógica da
Escola Nossa Senhora do Horto – Rede Gianellina
 Uruguaiana/RS - Brasil     
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A Caridade Evangélica Vigilante
é muito mais que uma ideia: 
é um fogo missionário que se acende 
na minimidade do cotidiano e se espalha 
no mundo pela itinerância gianellina!



quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Rede Gianelli em oração e festa!

Outubro, mês bem Gianellino:
Família Gianellina 
em ritmo de Novena e Festa!


Tempo em que a REDE GIANELLI reforça laços de comunhão, 
fazendo a Novena e celebrando a Festa da SANTIDADE de Santo Antônio Gianelli!
Tempo em que os membros da FAMILIA GIANELLINA são convidados a dar novos passos na espiritualidade e missão, nas trilhas de SANTO GIANELLI. 

As Filhas de Maria Santíssima do Horto e muitas outras pessoas simpatizantes desse Santo Missionário unem-se em oração e meditação da Palavra, de 12 a 20 de outubro: são nove dias percorrendo um itinerário espiritual comum, nas trilhas desse Santo... 
é a NOVENA em preparação à Festa da Santidade Gianellina, 
a ser celebrada no dia 21 de outubro.


Quem quiser fazer junto esse caminho orante, pode aproveitar o ROTEIRO que segue, organizado pela Irmã Ana Maria Andreola:

NOVENA E festa 
da santidade de GianellI

Tema da novena: 
“Vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo,  ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês” (Mt 28,19-20).

 Observações preliminares:
A novena destina-se às Irmãs, aos demais membros da Família gianellina e a todas as pessoas de boa vontade que queiram juntar-se a nós para celebrar a santidade de Gianelli. É apenas um instrumento a ser usado no modo e como ficar mais adequado às diferentes realidades. Os cantos gianellinos se encontram no CD Hortus Conclusus.
O eixo que move esta novena é o tema do desafio missionário que está posto a todos os católicos pelo Papa Francisco, através de sua Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho” – sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual, publicada no dia 24 de novembro de 2013, após o Sínodo dos Bispos.
Na novena vamos nos deter em alguns números, mas o melhor é que todos os católicos tenham em mãos esse documento e seja lido e meditado integralmente, para não correr o risco de interpretações parciais.
Nos dois primeiros dias teremos presente partes da mensagem de nossa Madre Geral, Ir. Terezinha Maria Petry que, em 2012, lançou um apelo à missionariedade e a sair de si, tema que o Papa Francisco aborda com veemência em sua Exortação.
Gianelli, em sua essência e em sua prática pastoral, foi um missionário convicto e tudo fez para levar todos a Cristo, entregando sua vida pelo Evangelho.
Vamos lembrar também que nosso Instituto que, em setembro deste ano, num gesto de dar da própria pobreza, abriu uma nova frente missionária na Oceania, mais precisamente em Papua Nova Guiné. É a primeira comunidade das Filhas de Maria Santíssima do Horto naquele continente.
Possa esta novena reacender ou fortalecer em nós a paixão por Cristo e pela humanidade!
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1º dia: 12 de outubro – domingo - Festa de N. Sra. Aparecida
Canto - nº 346 ACC
Virgem Mãe Aparecida, estendei o vosso olhar sobre o chão de nossa vida, sobre nós e nosso lar!
Refrão: Virgem Mãe Aparecida, nossa vida e nossa luz,/: dai-nos sempre nesta vida, paz e amor no bom Jesus.:/
Estendei os vossos braços, que trazeis no peito em cruz, para nos guiar os passos para o Reino de Jesus.
 Evangelho do dia: Jo 2,1-11: As bodas de Caná: “Fazei o que Ele vos disser”.
Reflexão: (Da mensagem: Impelidas pela urgência missionária - Madre Geral Terezinha Maria Petry, 2012).
 A missão nasce no seio da Trindade: sua fonte se encontra no amor de Deus Pai; se concretiza no Filho encarnado, por ação do Espírito Santo, no seio da Virgem Maria e se aperfeiçoa em Pentecostes, quando Jesus ressuscitado envia o Espírito Santo sobre a Igreja. Jesus é enviado pelo Pai. O Espírito Santo é enviado por Jesus. Ser enviado, ser missionário é a condição existencial do Filho e do Espírito Santo. Por isso, ser enviado torna-se condição da Igreja e de cada cristão.  No Evangelho, antes de voltar ao Pai, Jesus nos envia: “Ide por todo o mundo e anunciai” a alegria da Boa Nova!
 Na cena evangélica das núpcias de Caná, narrada por João, Jesus vai como enviado do Pai, seguindo uma programação precisa, respeitando a hora determinada. Sua Mãe altera os planos e lhe apresenta a “realidade”, pois é a realidade que provoca Jesus e, através da necessidade concreta, o desafia. Maria joga luz na relação de seu Filho com o Pai; esta relação é seu guia, a luz preponderante que lhe permite perceber, no desenrolar dos fatos, a missão a cumprir.
Quando Jesus responde à necessidade na qual se encontram os esposos, os seus discípulos creem Nele. Eles já haviam sido escolhidos, chamados, tinham dado uma primeira entusiástica e pronta resposta, mas agora eles acreditam. Para acreditar de verdade, é preciso estar com Ele.
 A missão da Mãe se entrelaça com a do Filho e o ajuda a entender o que o Pai pede diante da necessidade dos esposos, quase apressando a hora, como já dissemos. Maria tem uma tarefa, uma missão educativa em relação a Jesus.
Preces: .......    
Resposta: Ó Gianelli, rogai por nós, intercedei a Deus por nós!
Oração: Ó Santo Antônio Gianelli, que foste exímio pregador da Palavra divina e viveste a serviço da Igreja com dedicação incansável, dá-nos anunciar, com alegria, o Evangelho no mundo atual. Intercede por nós, para que assumamos corajosamente a missão evangelizadora como discípulos/as missionários/as a serviço do Reino. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
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2º dia: 13 de outubro
Canto
1.   Chamado pelo Espírito a anunciar o Evangelho, Gianelli és exemplo dos que seguem a Cristo. Irmão no sofrimento, irmão na alegria, és um como nós.

Refrão: /:Como Jesus escolhes o homem que não tem felicidade,
Mesmo que morras como Ele sobre a cruz!:/
 Evangelho do dia: Lc 11,29-32: Jesus é o sinal visível da Aliança que Deus fez conosco.
Reflexão: (Da mensagem: Impelidas pela urgência missionária - Madre Geral Terezinha Maria Petry, 2012).
O momento histórico, carregado de mudanças e tensões, de perda de referências e de equilíbrio nos leva a viver no presente e no provisório, dificultando a escuta, a transmissão da memória humana e a partilha de valores sobre os quais construir o futuro. 
Daqui brota a necessidade de um impulso novo e de um renovado ato de confiança no Espírito que nos orienta a assumir, com alegria e fervor, a tarefa fundamental pela qual Jesus envia os seus discípulos-missionários para anunciar e testemunhar o Evangelho como Boa Noticia; é indispensável saber ler os novos cenários para habitá-los e transformá-los e adquirir um conhecimento capaz de perceber a realidade e os mecanismos que a determinam, para assim, descobrir as verdadeiras necessidades.
 Diz Gianelli: ”Devemos vestir vísceras de misericórdia com nossos irmãos. E quase vestir-nos de uma grandíssima mansidão, suavidade, doçura, benignidade... de tal modo que parta verdadeiramente do coração, ou melhor, devemos aprendê-la do coração de Jesus Cristo”.[1] 
Gianelli nos adverte: “Preparemo-nos... com o estudo, com a oração, com a remoção de laços e também com um bom capital de paciência. Cresçamos, sobretudo, no zelo, na perfeita caridade para com Deus e com as pobres almas e todos os obstáculos acabarão”.
 O Espírito que animou Gianelli e nossas Madres e Irmãs com sua força, não diminuiu, mas continua a viver entre nós, precisa somente de pessoas dóceis, prontas a deixar-se impelir por Ele.
 “É bem mesquinho o missionário que não sabe ir à missão se não quando está livre de todos os obstáculos e quando uma missão não lhe custa sacrifícios. Eu acredito que esse não merece mesmo ser chamado assim. Melhor ser poucos e decididos do que muitos e inertes. O soldado que não combate o bom combate é de muito impedimento aos valorosos...” (Gianelli, 23.01.1842).
 Canto
3.   Chamados pelo Espírito a anunciar o Evangelho,
Pedimos a Jesus Cristo de sermos como tu:
Dispostos a dar tudo, a ser irmãos de todos
Os filhos do Senhor.

Refrão: /:Como Jesus escolhes o homem que não tem felicidade,
Mesmo que morras como Ele sobre a cruz!:/
Preces: ..............   
 R. Ó Gianelli, rogai por nós, intercedei a Deus por nós!
Oração: Ó Santo Antônio Gianelli, que foste exímio pregador da Palavra divina e viveste a serviço da Igreja com dedicação incansável, dá-nos anunciar, com alegria, o Evangelho no mundo atual. Intercede por nós, para que assumamos corajosamente a missão evangelizadora como discípulos/as missionários/as a serviço do Reino. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
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3º dia: 14 de outubro
Canto - nº 484 ACC
1.   Ide por todo o universo meu Reino anunciar, dizei a todos os povos que eu vim pra salvar. Quero que todos conheçam a luz da verdade, possam trilhar os caminhos da felicidade.
Refrão: Ide anunciar minha paz, ide sem olhar para trás! Estarei convosco e serei vossa luz na missão.
Evangelho do dia: Lc 11,37-41: é preciso transformar o próprio interior.
Reflexão: (Papa Francisco: Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho”, 2013, nº 20).
Uma Igreja “em saída”
Na Palavra de Deus, aparece constante­mente este dinamismo de “saída”, que Deus quer provocar nos crentes. Abraão aceitou a chamada para partir rumo a uma nova terra (cf. Gn 12,1-3). Moisés ouviu a chamada de Deus: “Vai, Eu te envio” (Ex 3,10), e fez sair o povo para a terra prometida (cf. Ex 3,17). A Jeremias disse: “Irás aonde Eu te enviar” (Jr 1,7). Naquele “ide” de Jesus, estão presentes os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igre­ja, e hoje todos somos chamados a esta nova “saí­da” missionária. Cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que pre­cisam da luz do Evangelho.
Preces: .........    
R. Ó Gianelli, rogai por nós, intercedei a Deus por nós!
Oração:  Ó Santo Antônio Gianelli, que foste exímio pregador da Palavra divina e viveste a serviço da Igreja com dedicação incansável, dá-nos anunciar, com alegria, o Evangelho no mundo atual. Intercede por nós, para que assumamos corajosamente a missão evangelizadora como discípulos/as missionários/as a serviço do Reino. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
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4º dia: 15 de outubro – Santa Tereza de Ávila, doutora da Igreja, e dia do professor.
 Canto - nº 484 ACC
2.   Vós sois os meus mensageiros e meus missionários; ide salvar o meu povo de tantos calvários. Minha verdade liberta e a vida promove, meu Evangelho ilumina e as trevas remove.
Refrão: Ide anunciar minha paz, ide sem olhar para trás! Estarei convosco e serei vossa luz na missão.
Evangelho do dia: Lc 11,42-46: não viver de aparências.
Reflexão: (Papa Francisco: Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho”, 2013, nº 21).
A alegria do Evangelho, que enche a vida da comunidade dos discípulos, é uma alegria missionária. Experimentam-na os setenta e dois discípulos, que voltam da missão cheios de ale­gria (cf. Lc 10,17). Vive-a Jesus, que exulta de alegria no Espírito Santo e louva o Pai, porque a sua revelação chega aos pobres e aos pequeninos (cf. Lc 10,21). Sentem-na, cheios de admiração, os primeiros que se convertem no Pentecostes, ao ouvir “cada um na sua própria língua” (At 2,6) a pregação dos Apóstolos. Esta alegria é um sinal de que o Evangelho foi anunciado e está a frutificar. Mas contém sempre a dinâmica do êxodo e do dom, de sair de si mesmo, de cami­nhar e de semear sempre de novo, sempre mais além. O Senhor diz: “Vamos para outra parte, para as aldeias vizinhas, a fim de pregar aí, pois foi para isso que Eu vim” (Mc 1,38). Ele, depois de lançar a semente num lugar, não se demora lá a explicar melhor ou a cumprir novos sinais, mas o Espírito leva-O a partir para outras aldeias.
Preces: .........     
R. Ó Gianelli, rogai por nós, intercedei a Deus por nós!
Oração: Ó Santo Antônio Gianelli, que foste exímio pregador da Palavra divina e viveste a serviço da Igreja com dedicação incansável, dá-nos anunciar, com alegria, o Evangelho no mundo atual. Intercede por nós, para que assumamos corajosamente a missão evangelizadora como discípulos/as missionários/as a serviço do Reino. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
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5º dia: 16 de outubro
Canto - nº 484 ACC
3.   Eu anunciei o meu Reino na cruz e no templo; dei minha vida por todos, deixei meu exemplo. Quem por amor der a vida será meu amigo e na riqueza do Pai terá parte comigo.
Refrão: Ide anunciar minha paz, ide sem olhar para trás! Estarei convosco e serei vossa luz na missão.
Evangelho do dia: Lc 11,47-54: a necessidade de coerência de vida.
Reflexão: (Papa Francisco: Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho”, 2013, nº 21 e 23).
A Palavra possui, em si mesma, tal potencialidade que não a podemos prever. O Evangelho fala da semente que, uma vez lançada à terra, cresce por si mesma, inclusive quando o agricultor dorme (cf. Mc 4,26-29). A Igreja deve aceitar esta liberdade incontrolável da Palavra, que é eficaz a seu modo e sob formas tão varia­das que muitas vezes nos escapam, superando as nossas previsões e quebrando os nossos es­quemas.
A intimidade da Igreja com Jesus é uma intimidade itinerante, e a comunhão “reveste es­sencialmente a forma de comunhão missioná­ria”. Fiel ao modelo do Mestre é vital que hoje, a Igreja saia para anunciar o Evangelho a todos, em todos os lugares, em todas as ocasiões, sem demora, sem repugnâncias e sem medo. A ale­gria do Evangelho é para todo o povo, não se pode excluir ninguém; assim foi anunciada pelo anjo aos pastores de Belém: “Não temais, pois vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo” (Lc 2,10). O Apocalipse fala de “uma Boa Nova de valor eterno para anunciar aos ha­bitantes da terra: a todas as nações, tribos, línguas e povos”(Ap 14,6).
 Preces: ....................    R. Ó Gianelli, rogai por nós, intercedei a Deus por nós!
Oração: Ó Santo Antônio Gianelli, que foste exímio pregador da Palavra divina e viveste a serviço da Igreja com dedicação incansável, dá-nos anunciar, com alegria, o Evangelho no mundo atual. Intercede por nós, para que assumamos corajosamente a missão evangelizadora como discípulos/as missionários/as a serviço do Reino. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
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6º dia: 17 de outubro
Canto
1.        Aliviar o sofrimento do outro, de jovens, de pobres e doentes.
Na escola de Cristo a tua vida tens modelado e transformado em dom, cumulando-a de amor generoso.

Refrão: Intercede por nós! Santo Antônio Gianelli! Intercede por nós!
 Evangelho do dia: Lc 12,1-7: Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais!
 Reflexão: (Papa Francisco: Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho”, 2013, nº 24, primeira parte).
A Igreja “em saída” é a comunidade de dis­cípulos missionários que “primeireiam”, que se envolvem, que acompanham, que frutificam e festejam. Primeireiam – desculpai o neologismo – tomam a iniciativa! A comunidade missioná­ria experimenta que o Senhor tomou a iniciativa, precedeu-a no amor (cf. 1Jo 4,10), e, por isso, ela sabe ir à frente, sabe tomar a iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os ex­cluídos. Vive um desejo inexaurível de oferecer misericórdia, fruto de ter experimentado a mi­sericórdia infinita do Pai e a sua força difusiva. Ousemos um pouco mais no tomar a iniciativa! Como consequência, a Igreja sabe “envolver-se”. Jesus lavou os pés aos seus discípulos. O Senhor envolve-Se e envolve os seus, pondo-Se de joe­lhos diante dos outros para lavá-los; mas, logo a seguir, diz aos discípulos: “Sereis felizes se o puserdes em prática” (Jo 13,17). Com obras e gestos, a comunidade missionária entra na vida diária dos outros, encurta as distâncias, abaixa-se –se for necessário– até à humilhação e as­sume a vida humana, tocando a carne sofredora de Cristo no povo. Os evangelizadores contraem assim o “cheiro das ovelhas”, e estas escutam a sua voz.
 Preces: ............  
 R. Ó Gianelli, rogai por nós, intercedei a Deus por nós!
Oração: Ó Santo Antônio Gianelli, que foste exímio pregador da Palavra divina e viveste a serviço da Igreja com dedicação incansável, dá-nos anunciar, com alegria, o Evangelho no mundo atual. Intercede por nós, para que assumamos corajosamente a missão evangelizadora como discípulos/as missionários/as a serviço do Reino. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
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7º dia : 18 de outubro: São Lucas e dia do médico.
Canto
2.        Proclamaste a toda criatura a palavra de vida do Evangelho.
Tens percorrido estradas e sendeiros, fazendo produzir qual servo bom,
os talentos do coração e da mente.                                                     

 Refrão: Intercede por nós! Santo Antônio Gianelli! Intercede por nós!
 Evangelho do dia: Lc 10,1-9: O Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois, na sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir.
Reflexão: (Papa Francisco: Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho”, 2013, nº 24, segunda parte).
 Em seguida, a comunidade evangeli­zadora dispõe-se a “acompanhar”. Acompanha a humanidade em todos os seus processos, por mais duros e demorados que sejam. Conhece as longas esperas e a suportação apostólica. A evan­gelização patenteia muita paciência, e evita de­ter-se a considerar as limitações. Fiel ao dom do Senhor sabe também “frutificar”. A comunida­de evangelizadora mantém-se atenta aos frutos, porque o Senhor a quer fecunda. Cuida do trigo e não perde a paz por causa do joio. O semeador, quando vê surgir o joio no meio do trigo, não tem reações lastimosas ou alarmistas. Encontra o modo para fazer com que a Palavra se encarne numa situação concreta e dê frutos de vida nova, apesar de serem aparentemente imperfeitos ou defeituosos. O discípulo sabe oferecer a vida inteira e jogá-la até ao martírio como testemu­nho de Jesus Cristo, mas o seu sonho não é estar cheio de inimigos, mas sim que a Palavra seja acolhida e manifeste a sua força libertadora e re­novadora. Por fim, a comunidade evangelizadora jubilosa sabe sempre “festejar”: celebra e festeja cada pequena vitória, cada passo em frente na evangelização. No meio desta exigência diária de fazer avançar o bem, a evangelização jubilo­sa torna-se beleza na liturgia. A Igreja evangeliza e se evangeliza com a beleza da liturgia, que é também celebração da atividade evangelizado­ra e fonte dum renovado impulso para se dar.
 Preces: ................... 
 R. Ó Gianelli, rogai por nós, intercedei a Deus por nós!
Oração: Ó Santo Antônio Gianelli, que foste exímio pregador da Palavra divina e viveste a serviço da Igreja com dedicação incansável, dá-nos anunciar, com alegria, o Evangelho no mundo atual. Intercede por nós, para que assumamos corajosamente a missão evangelizadora como discípulos/as missionários/as a serviço do Reino. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
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8º dia : 19 de outubro – domingo - Dia Mundial das Missões e dia da Infância missionária.
Canto
3.        Tua vida expressa bom terreno, acolhe Deus nos sulcos da história.
Foste semente rica e escolhida, de vida incansável na doação, no serviço a Cristo nos irmãos.

Refrão: Intercede por nós! Santo Antônio Gianelli! Intercede por nós!
 Evangelho do dia: Mt 22,15-21: Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus!
 Reflexão: (Papa Francisco: Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho”, 2013, nº 46, 47 e 48).
A Igreja “em saída” é uma Igreja com as portas abertas. Sair em direção aos outros para chegar às periferias humanas não significa correr pelo mundo sem direção nem sentido. Muitas vezes é melhor diminuir o ritmo, pôr de parte a ansiedade para olhar nos olhos e escutar, ou renunciar às urgências para acompanhar quem fi­cou caído à beira do caminho. Às vezes, é como o pai do filho pródigo, que continua com as por­tas abertas para, quando este voltar, poder entrar sem dificuldade.
A Igreja é chamada a ser sempre a casa aberta do Pai. Um dos sinais concretos desta abertura é ter, por todo o lado, igrejas com as portas abertas. Assim, se alguém quiser seguir uma moção do Espírito e se aproximar à procura de Deus, não esbarrará com a frieza duma porta fechada. Mas há outras portas que também não se devem fechar: todos podem participar de al­guma forma na vida eclesial, todos podem fazer parte da comunidade, e nem sequer as portas dos sacramentos se deveriam fechar por uma razão qualquer. Isto vale, sobretudo, quando se trata da­quele sacramento que é a “porta”: o Batismo. A Eucaristia, embora constitua a plenitude da vida sacramental, não é um premio para os perfeitos, mas um remédio generoso e um alimento para os fracos. Estas convicções têm também conse­quências pastorais, que somos chamados a con­siderar com prudência e audácia. Muitas vezes agimos como controladores da graça e não como facilitadores. Mas a Igreja não é uma alfândega; é a casa paterna, onde há lugar para todos com a sua vida fadigosa.
Se a Igreja inteira assume este dinamismo missionário, há de chegar a todos, sem exceção. Mas, a quem deveria privilegiar? Quando se lê o Evangelho, encontramos uma orientação mui­to clara: não tanto aos amigos e vizinhos ricos, mas, sobretudo, aos pobres e aos doentes, àqueles que muitas vezes são desprezados e esquecidos, “àqueles que não têm com que te retribuir” (Lc 14,14). Não devem subsistir dúvidas nem expli­cações que debilitem esta mensagem claríssima. Hoje e sempre, “os pobres são os destinatários privilegiados do Evangelho”, e a evangelização dirigida gratuitamente a eles é sinal do Reino que Jesus veio trazer. Há que afirmar sem rodeios que existe um vínculo indissolúvel entre a nossa fé e os pobres. Não os deixemos jamais sozinhos!
Preces: ....................  
R. Ó Gianelli rogai por nós, intercedei a Deus por nós!
 Oração: Ó Santo Antônio Gianelli, que foste exímio pregador da Palavra divina e viveste a serviço da Igreja com dedicação incansável, dá-nos anunciar, com alegria, o Evangelho no mundo atual. Intercede por nós, para que assumamos corajosamente a missão evangelizadora como discípulos/as missionários/as a serviço do Reino. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
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9º dia : 20 de outubro
Canto
Chamado pelo Espírito a anunciar o Evangelho,
Gianelli és exemplo dos que seguem a Cristo,
Irmão no sofrimento, irmão na alegria,
És um como nós.

/: Como Jesus escolhes o homem que não tem felicidade,
Mesmo que morras como Ele sobre a cruz!:/

E Deus te tornou grande pela tua esperança,
Gianelli acreditaste na força do Senhor.
Fizeste a experiência de partilhar a vida com um imenso amor.
 Evangelho do dia: Lc 12,13-21: O julgamento de Deus será baseado não no que possuímos, mas na fidelidade com que vivemos, na partilha do que realizamos e na vida que doamos com amor.
Reflexão: (Papa Francisco: Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho”, 2013, nº 49).
Saiamos, saiamos para oferecer a todos a vida de Jesus Cristo! Repito aqui, para toda a Igre­ja, aquilo que muitas vezes disse aos sacerdotes e aos leigos de Buenos Aires: prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguran­ças. Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos. Se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da ami­zade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida. Mais do que o temor de falhar, espero que nos mova o medo de nos encerrarmos nas estruturas que nos dão uma falsa proteção, nas normas que nos transformam em juízes implacá­veis, nos hábitos em que nos sentimos tranquilos, enquanto lá fora há uma multidão faminta e Jesus repete-nos sem cessar: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Mc 6,37).
 Preces: ...............   
R. Ó Gianelli, rogai por nós, intercedei a Deus por nós!
 Oração: Ó Santo Antônio Gianelli, que foste exímio pregador da Palavra divina e viveste a serviço da Igreja com dedicação incansável, dá-nos anunciar, com alegria, o Evangelho no mundo atual. Intercede por nós, para que assumamos corajosamente a missão evangelizadora como discípulos/as missionários/as a serviço do Reino. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
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 Dia 21 de outubro: festa da santidade de Gianelli
 Canto (CD Hortus Conclusus)
Fazer-se tudo para todos (2x), para levar todos a Cristo!
 Salmo de meditação:
Eis o grande sacerdote,
que durante a sua vida sustentou a casa do Senhor,
e durante os seus dias fortificou o templo.
Ele cuidou do seu povo e livrou-o da perdição.
Como a palmeira florescerá o justo,
elevar-se-á como o cedro do Líbano.
É como a árvore plantada à margem da torrente.
Dá fruto na época própria.
Sua folhagem não murchará jamais.
Tudo o que empreende, prospera.
Porque, como o sol faz germinar seus grãos
e um jardim faz brotar as suas sementes,
assim o Senhor fará germinar
a justiça e a glória diante de todas as nações.
Cantai cânticos e bendizei o Senhor, por suas obras.
Dai ao seu nome magníficos elogios.
Glorificai-O com a voz de vossos lábios
e a música de vossas harpas.
Cantai seu louvor!
 Evangelho da missa própria em honra a Santo Antônio Gianelli: Jo 10,11-18: o Bom Pastor. Eu sou o Bom Pastor. O bom Pastor dá a vida por suas ovelhas.
Prece
Chamado pelo Espírito a anunciar o Evangelho, Gianelli és um exemplo dos que seguem a Cristo. Irmão no sofrimento, irmão na alegria, és um como nós!
E Deus te tornou grande pela tua esperança; Gianelli acreditaste na força do Senhor, fizeste a experiência de partilhar a vida com um imenso amor!
Chamados pelo Espírito a anunciar o Evangelho, pedimos a Jesus Cristo de sermos como tu: dispostos a dar tudo, a ser irmãos de todos os filhos do Senhor!
Amém.
Ó Gianelli rogai por nós, intercedei a Deus por nós!
 Oração: Ó Santo Antônio Gianelli, que foste exímio pregador da Palavra divina e viveste a serviço da Igreja com dedicação incansável, dá-nos anunciar, com alegria, o Evangelho no mundo atual. Intercede por nós, para que assumamos corajosamente a missão evangelizadora como discípulos/as missionários/as a serviço do Reino. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
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 [1] Antônio Gianelli, Homilia 08.11.1836